Fora das novelas desde 2018, Vanessa Gerbelli afirma que se afastou das produções longas por uma questão de escolha. A atriz iniciou a carreira na televisão nos anos 2000 com o papel de Lindinha em O Cravo e a Rosa. “É um trabalho que demanda muito”, sinalizou.
“Eu gosto muito de fazer televisão. É uma experiência que dá uma musculatura, porque não é fácil de fazer. É um trabalho que demanda muito. Não dá para fazer toda hora, porque realmente acabamos esgotados. É importante diversificar”, afirmou em conversa com O Globo.
O trabalho de maior repercussão na televisão foi o de Fernanda em Mulheres Apaixonadas (2003), que lhe rendeu elogios da crítica e a reconheceu com o Melhores do Ano de Melhor Atriz Coadjuvante. A atriz também se destacou nas novelas como a cômica Tancinha em Da Cor do Pecado (2004), a vilã Elza em Prova de Amor (2005), a protagonista Alice em Amor e Intrigas (2007), a sedutora Divina em Vidas em Jogo (2011), a desequilibrada Juliana de Em Família (2014), a destemida Marina em Sete Vidas (2015) e a desmemoriada Amália em Novo Mundo (2017).
Em 2023, Vanessa Gerbelli relatou que a novela Mulheres Apaixonadas foi muito marcante. “A parte do hospital —nas novelas das 21h sempre muito verossímeis, quando a personagem se despede da filha e morre, me marcou demais. Não conseguia parar de chorar com aquela história, com aquela criança… demorei uns dias para me recompor”, contou a atriz. A cena do tiroteio no Leblon é uma das mais marcantes de Mulheres Apaixonadas, que termina com Téo e Fernanda atingidos por bala perdida.