Primeiro spin-off de 9-1-1 já tem data para estrear no Brasil

Imagem oficial de divulgação de Lone Star, o primeiro spin-off de 9-1-1 (foto: Divulgação/Star Channel)
Imagem oficial de divulgação de Lone Star, o primeiro spin-off de 9-1-1 (foto: Divulgação/Star Channel)
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9-1-1 é atualmente uma das séries de maior sucesso mundialmente, com grande aclamação da crítica. Pelo seu formato de “caso da semana”, era de se imaginar que logo viraria uma franquia. Assim, a primeira série derivada dos socorristas nasceu em 2020. No Brasil, enquanto o seriado mãe é exibido no Star Life (antigo Fox Life), o spin-off fará sua estreia no Star Channel (antigo Fox Channel) na próxima segunda (15) às dez da noite.

Tendo o mesmo time de criadores da série original — Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, também responsáveis por sucessos como American Horror Story e Feud, a série tem em seu elenco nomes como Rob Lowe, Liv Tyler e Jim Parrack. A novata, por sinal, mantém a mesma estrutura do seriado original.

Agora se passando em Austin, capital do Texas, o Capitão Owen Strand (Lowe) recebe a oferta de reconstruir todo um batalhão de bombeiros do zero após a maioria morrer ao atender um chamado, algo que o capitão já havia vivido em Nova York ao ser o único sobrevivente de seu batalhão após o incidente das torres gêmeas no 11 de setembro.

Ele aceita recomeçar sua vida em uma nova cidade e cuidar de seu filho, TK (também um socorrista), que tentou se suicidar. O novo batalhão é composto por um grupo bem variado, tendo uma devota mulçumana, um homem transgênero, um novato com dislexia severa e o único sobrevivente do incidente que quase fechou o batalhão.

Uma novidade para esta série é o time de paramédicos também ter uma capitã, interpretado por Liv Tyler, independente a frente. Além disso Michelle (Tyler) tem toda uma trama procurando sua irmã que passa e é finalizada ainda na primeira temporada, já que a atriz, por morar no Reino Unido não retorna para a segunda temporada. Para encerrar o elenco fixo também há a presença de um policial e uma atendente do 911.

Os casos surreais também marcam presença aqui e, com personagens tão diverso, consegue trabalhar assuntos e temas mais sensíveis. Logo em seus primeiros episódios vemos uma mulher que chama a equipe e não quer ser atendida por eles, além de uma pluralidade de casais que não se observa em 9-1-1.

Lone Star é uma série que vale a pena conferir, assim como a série-mãe, mas não possui o mesmo carisma que os personagens da original têm. Mesmo tendo a mesma estrutura, a série foca muito mais no batalhão do que nos outros núcleos, enquanto numa conhecemos diversos atendentes da emergência e até outros policiais, a novata que já está na sua segunda temporada não abre espaço para desenvolvimento nestes outros locais.

Aqui podemos ver um movimento da Disney, agora dona dos canais na América Latina, em dar um frescor a programação. Ainda questiono o motivo de cada série estar em um canal, mas é evidente uma estratégia. Há anos o Fox Channel se resumia a filmes antigos, Os Simpsons e The Walking Dead, enquanto diversas séries tiveram espaços apenas no canal Fox Life. Com a reformulação, ambos podem se tornar grandes meios de divulgação para o futuro Star Plus, que complementará o Disney+ com conteúdo mais adulto.

Mateus Ribeiro é engenheiro por formação, e nas horas vagas se diverte maratonando séries e assistindo programas de origem duvidosa da televisão brasileira. No TV Pop, escreve semanalmente sobre as séries produzidas pela indústria norte-americana. Converse com ele pelo Twitter @omateusribeiro. Leia aqui o histórico do colunista no site.

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