Globo e César Tralli vencem processo que policial movia contra a TV

César Tralli e a Globo venceram processo que estava sendo movido por policial (foto: Reprodução/TV Globo)
César Tralli e a Globo venceram processo que estava sendo movido por policial (foto: Reprodução/TV Globo)
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A Globo e César Tralli levaram a melhor em uma ação judicial movida por um policial militar de São Paulo, que se incomodou com os comentários feitos pelo jornalista durante uma reportagem do SP1. Ele exigia uma indenização de R$ 40 mil da emissora e pedia também uma retratação pública, mas a Justiça afirmou que o processo era descabido e exigiu que o policial arcasse com as custas processuais e com os honorários dos envolvidos. Não cabe recurso.

De acordo com o policial militar, a Globo e César Tralli exageraram no direito de informar e passaram dos limites em uma reportagem do SP1 que falava sobre um caso de corrupção no batalhão do Grajaú, bairro periférico da zona Sul de São Paulo. No entanto, o telejornal nunca citou o nome do profissional, e tampouco deu a entender que ele teria envolvimento no escândalo reportado, e a emissora conseguiu provar isso em sua defesa.

Para tentar convencer a Justiça, o policial disse que o telejornal citou os policiais do Grajaú como um todo e que isso prejudicou não só a ele, mas a todos que davam expediente naquele batalhão, inclusive inocentes que sequer conheciam os envolvidos nas ilicitudes. O Tribunal de Justiça, mais uma vez, não considerou os argumentos do militar e ressaltou que a emissora e o âncora não cometeram nenhum excesso na cobertura dos fatos.

“Na realidade, a publicação respeitou o direito dever de informação perante a sociedade, não se cogitando de indenização, apenas justificável em casos específicos, ou seja, quando evidenciado algum excesso ou o dolo de conduta”, afirmou a juíza Silvia Maria Facchina, que arquivou o processo. A informação sobre o litígio da líder de audiências e do marido de Ticiane Pinheiro foi divulgada em primeira mão pelo repórter Gabriel Vaquer, do NaTelinha, e o caso foi julgado pela 10ª Câmara do Direito Privado da Justiça de São Paulo.

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